O mandamento “Não cometerás adultério” é frequentemente compreendido apenas como uma norma moral externa. No entanto, ao retomá-lo no Sermão da Montanha, Jesus revela sua dimensão mais profunda: o coração humano é o verdadeiro campo da fidelidade.
Este artigo propõe uma leitura bíblica e espiritual do Sexto Mandamento à luz da Escritura, do ensinamento da Igreja e de alguns livros famosos sobre desenvolvimento pessoal interior relacionados à filosofia de vida e psicologia, mostrando que a castidade não é repressão da sexualidade, mas educação do desejo segundo a verdade do amor. Ao refletir sobre o desejo, o pensamento e a interioridade, o texto revela dois caminhos possíveis: aquele que conduz à vida — simbolizado pela Árvore da Vida — e aquele que adoece o coração.
Mais do que proibição, o mandamento se apresenta como caminho de liberdade, cura interior e plenitude em Deus.